Dra. Karen Yumie Tanamati, nasceu em 31 de maio de 1988, em Dourados-MS, uma cidade próspera e acolhedora, onde viveu toda a infância e adolescência. Optou pela carreira médica, pois tinha o forte desejo de fazer a diferença na vida das pessoas, através da promoção de bem-estar e saúde.
GRADUAÇÃO: Em 2008 foi aprovada no Exame Vestibular e ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Estácio de Sá, na cidade do Rio de Janeiro.
RESIDÊNCIA: Ao finalizar a graduação, entrou para a Residência Médica em Pediatria, no Hospital Municipal Jesus, na mesma capital. A convicção pela especialidade pediátrica foi motivada pelo sonho de conseguir impactar positivamente o futuro das crianças, agindo preventivamente, através de orientações e tratamentos precoces.
SUBESPECIALIZAÇÃO 1: Em seguida, subespecializou-se em Neuropediatria pelo Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba-PR, pois queria entender e tratar as necessidades neurológicas de crianças, objetivando alcançar para cada uma, individualmente, o mais alto potencial possível.
SUBESPECIALIZAÇÃO 2: Após concluir Neuropediatria, subespecializou-se também em Epilepsia e Eletroencefalograma, pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-UNIFESP).
No período de formação acadêmica, recebeu o Título de Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria e o Título de Especialista em Neurologia Pediátrica pela Academia Brasileira de Neurologia.
A minha formação até concluir a Subespecialização em Neuropediatria, não foi fácil. Foi preciso trilhar uma longa jornada. Primeiro a Medicina, depois a Pediatria e em seguida, a Neuropediatria. A Medicina, por si só, já havia sido um grande desafio. A carga de estudos, a pressão dos estágios, as provas e os momentos de dúvida, tudo isso nos testa o tempo todo. Na Pediatria, a responsabilidade aumenta, pois consultar, diagnosticar e tratar doenças infantis, exige de nós, muita calma, sensibilidade e dedicação com horas e horas de estudo e prática. Ao chegar à Neuropediatria pude ver que ali seria necessário não apenas conhecimento técnico, mas empatia também… e essa dinâmica realmente me encantou desde o início do curso.
Ser Neuropediatra é compreender que, por detrás das alterações neurológicas diagnosticáveis, há uma criança com sonhos, uma família com medos e expectativas. Ser Neuropediatra é oferecer aos nossos pacientes não apenas tratamentos, mas também o conforto suficiente para eles saberem que não estão sozinhos na caminhada. Cada sorriso de uma criança que conseguimos ajudar, cada olhar de gratidão dos pais, é uma motivação para o profissional continuar. Em Neuropediatria, aprendi que o paciente não é apenas uma condição a ser tratada, mas uma história de vida que precisa ser respeitada e compreendida e é necessário oferecer a certeza de que estamos ali, juntos, nessa luta.
O cérebro de uma criança é mais maleável, mais suscetível à intervenção e as condições neurológicas nessa fase, exigem diagnósticos rápidos, cuidados especializados e, muitas vezes, um acompanhamento contínuo e profundo. O impacto que podemos causar na vida de uma criança, ajudando-a a superar dificuldades, é imenso. Cada progresso, cada conquista de um paciente, é uma vitória que vai além da Medicina — é uma verdadeira transformação de vida. Por isso, a Neurologia Infantil me ensina todos os dias sobre a força e a fragilidade da vida humana. É um exercício difícil, mas acompanhar o desenvolvimento da criança em todas as suas etapas, é enriquecedor e ver o progresso dos pacientes é muito gratificante… compensa todos os desafios!
SAIBA MAIS:
Conheça a Faculdade de Medicina da Universidade Estácio de Sá:
https://estacio.br/a-estacio/sobre-a-estacio
Conheça o Hospital Municipal Jesus:
http://www0.rio.rj.gov.br/pcrj/destaques/especial/hospital_jesus.htm
Conheça o Hospital Pequeno Príncipe:
https://pequenoprincipe.org.br/
Conheça a UNIFESP:
https://sp.unifesp.br/epm/